Ancestral Diva aposta no rock clássico e outras influências em música de estreia

“Inexplicavelmente você vê tudo acontecer O corpo fica leve, flutua, querendo balançar Não repreenda o instinto de rebolar em minha frente Libere o seu corpo pra dançar”, dizem os versos iniciais de “Dançando no Inferno”, tema que marca a estreia da banda belo-horizontina Ancestral Diva. Gravado durante a pandemia, o clipe da música foi lançado no canal da banda no YouTube nesta sexta-feira . No vídeo, o ator Ricardo Righi vive um radialista que se envolve pelas batidas da música e aparece dançando num “inferninho”, onde os integrantes da banda tocam e fazem suas performances. 

“Dançando no Inferno”, que chega também como single no Bandcamp da banda e, no início de dezembro, em todas as plataformas digitais, é um rock – daqueles feitos para dançar – marcado pela guitarra, mas que também mostra suas influências da música pop e das discotecas, e uma das nove faixas do álbum “Enterrado Vivo”, gravado nesses tempos pandêmicos e que será lançado em janeiro do ano que vem. O disco, permeado pelo som do rock clássico e da música brasileira, traz uma temática que percorre o processo do fim do mundo para um recomeço mais conectado ao planeta. 

“As canções dialogam de forma espontânea com o momento presente e nos vimos forçados a readequar o planejamento de gravação e lançamento para que as músicas se tornem um registro desse tempo que estamos vivendo. Por isso sentimos a urgência de lançar essas músicas o quanto antes”, afirma Babo Gruppi, vocalista da Ancestral Diva. 

Formada em , a banda reúne integrantes de outros grupos da cena de rock de BH. Gruppi, Saulo Ferrari bateria e Luce Lee baixos e synth também formaram as bandas Tempo Plástico e The Spacetime Ripples. Zé Mario Pedrosa, o guitarrista da banda, faz parte da Green Morton.

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